
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Curso de Extensão

A coordenação do curso de Ciências Biológicas (FACEX) irá promover no mês de março o Curso de "Gestão Ambiental Aplicada a Aquicultura", que será ministrado pelo profº Bhaskara Canan (Doutor em Psicobiologia - UFRN), o curso terá carga horária de 20h e será realizado na Facex.
Em breve disponibilizaremos a data de inscrição e o período de realização.
Fiquem de olho!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Marcha para a extinção

Vejam que matéria interssante publicada na revista Ciência Hoje online esta semana sobre ecologia e Meio ambiente.
"Pinguim-imperador corre o risco de não sobreviver aos efeitos do aquecimento global, alerta estudo." acessem - http://www.ciencia.org.br/
Vamos ficar atentantos as questões ambentais, pois todas as espécies sofrerão danos com o derretimento do gelo, o aquecimento global..... inclusive a nossa.
Devemos usar os recursos naturais preservando -o para as futuras gerações,e assim viver de modo Sustentável.
Wanessa Correia e Priscila Daniele
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Seleção para Mestrado em Ciências Biológicas

Estão disponíveis até o dia 30/01/2009 as inscrições para a seleção do mestrado em ciências Biológicas, confiram no site as informações e normas para inscrição.
COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
Site: www.cb.ufrn.br/ppcb
e-mail: ppcb@cb.ufrn.br
domingo, 11 de janeiro de 2009
60º Congresso Nacional de Botânica

Atenção Biólogos e demais simpatizantes da Botânica,
Estão abertas as inscrições para o 60º Congresso Nacional de Botânica e as normas para envio de trabalhos, disponíveis no site http://www.60cnbot.com.br/.
Aproveitem!!!!!!!!!!
Wanessa Correia e Priscila Daniele
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Desmatamento desigual
Pessoal, essa semana segue um artigo publicado em setembro na Revista ciência hoje - on line, espero que gostem.
Estudo avalia as diferentes causas para a redução das áreas de floresta nos estados da Amazônia
Igor Waltz
Especial para a CH On-line
Estudo avalia as diferentes causas para a redução das áreas de floresta nos estados da Amazônia
O desmatamento descontrolado na Amazônia brasileira é um problema grave, mas não acontece de forma uniforme na região. Um estudo feito na Universidade de São Paulo (USP) analisou as diferenças no padrão de desmatamento entre os estados da Amazônia Legal nos anos de 2000 e 2004 e os impactos sobre o bem-estar da população da região. Os resultados indicam que a derrubada das matas acontece em ritmos variados e por motivos diferentes de um estado para o outro. A pesquisa apontou que os estados mais desmatados são os localizados ao sul da região, como Tocantins e Mato Grosso, principalmente por causa do avanço da agropecuária. Esses estados já não estão entre os que mais desmatam hoje, pois as áreas de florestas já estão bastante reduzidas. Os resultados do estudo foram apresentados na tese de doutorado do geógrafo Rodolfo Coelho Prates, defendida em junho no Departamento de Economia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), vinculada à USP. De acordo com Prates, entre os principais fatores que causam o desmatamento estão o crescimento populacional, a produção de madeira, o aumento da malha rodoviária, a expansão da agricultura e dos rebanhos, aumento do crédito rural, entre outros. O discurso sobre o desmatamento na Amazônia dá a entender que se trata de um processo homogêneo, o que acaba por esconder seus diferentes padrões. “A diminuição da área de floresta não é causada pelos mesmos agentes nem acontece na mesma velocidade nos diferentes estados”, explica Prates. “É preciso conhecer bem as causas para realizar políticas mais eficazes de preservação.” No estado do Amazonas, por exemplo, os fatores de maior impacto são a extração de madeira e a expansão do crédito rural, que estimula pequenos agricultores. Já no caso de Mato Grosso, o terceiro estado com maior média de desmatamento na Amazônia Legal no período analisado, as principais causas seriam o crescimento da população e o aumento do preço da soja, que estimula o aumento das grandes plantações. No entanto, nos últimos anos – que não foram levados em conta no estudo de Prates –, esse estado acabou assumindo a liderança no desmatamento da Amazônia. Relação com o bem-estar A pesquisa também estudou a relação entre as áreas desmatadas e o bem-estar da população local. De acordo com Prates, houve pequenas alterações no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de municípios da região, apesar da melhoria mais significativa da renda da população. “O desmatamento possibilita um aumento da produção, que por sua vez gera mais renda para as populações locais”, comenta. “Dessa forma, há reflexos no bem-estar dos habitantes”. No entanto, o preço sócio-ambiental a se pagar por isso é caro, já que o desmatamento também compromete a biodiversidade amazônica, contribui para o aquecimento global e afeta o ciclo de chuvas na região, entre inúmeros outros impactos. A pesquisa aponta que não seria necessária a incorporação de mais terras para promover melhorias na região, e sim o uso mais racional das áreas já disponíveis. Além disso, haveria outras alternativas para melhorar a qualidade de vida da população que não causariam o desmatamento. “Amapá e Roraima são os estados que mais investem no setor de serviços, o que contribui para os altos índices de bem-estar da população”, afirma Prates. “E nesses estados, o desmatamento contribui muito pouco para o bem-estar da população local”.
Igor Waltz
Especial para a CH On-line
domingo, 2 de novembro de 2008
REFLETINDO SOBRE OS IMPACTOS AMBIENTAIS

Você já parou para pensar no que significa a palavra "progresso"? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas, cidades, máquinas, computadores e muitas outras coisas que ainda estão por vir e que não conseguimos nem ao menos imaginar. Algumas partes desse processo todo são muito boas, pois melhoram a qualidade de vida dos seres humanos de uma forma ou de outra, como no transporte, comunicação, saúde, etc. Mas agora pense só: será que tudo isso de bom não tem nenhum preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós, humanos, não pagamos nada? Será que todas as classes sociais desfrutarão de tal progresso?
Todo esse progresso somado a concentração de milhões de pessoas nos centros urbanos tem deixado grande parte da população sem nenhuma perspectiva de atendimento a suas necessidades mais elementares, como alimentação, moradia, abastecimento de água, tratamento sanitário, serviços de coleta, destinação de lixo urbano adequado etc.
No entanto, foi apenas recentemente que o homem percebeu que a verdadeira solução é não gerar resíduos, e sim desenvolver técnicas que eliminem os desperdícios, ensejando desse modo um desenvolvimento sustentável. Cabe então a todos, adotar uma postura responsável com relação aos problemas ambientais e viver em harmonia com as limitações ecológicas do planeta, sem destruir o ambiente, para que as gerações futuras tenham a chance de existir e viver bem, de acordo com as suas necessidades.
Será que é possível conciliar tanto progresso e tecnologia com um ambiente saudável?
Wanessa Correia e Priscila Daniele
Todo esse progresso somado a concentração de milhões de pessoas nos centros urbanos tem deixado grande parte da população sem nenhuma perspectiva de atendimento a suas necessidades mais elementares, como alimentação, moradia, abastecimento de água, tratamento sanitário, serviços de coleta, destinação de lixo urbano adequado etc.
No entanto, foi apenas recentemente que o homem percebeu que a verdadeira solução é não gerar resíduos, e sim desenvolver técnicas que eliminem os desperdícios, ensejando desse modo um desenvolvimento sustentável. Cabe então a todos, adotar uma postura responsável com relação aos problemas ambientais e viver em harmonia com as limitações ecológicas do planeta, sem destruir o ambiente, para que as gerações futuras tenham a chance de existir e viver bem, de acordo com as suas necessidades.
Será que é possível conciliar tanto progresso e tecnologia com um ambiente saudável?
Wanessa Correia e Priscila Daniele
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